{"id":68,"date":"2018-10-03T01:00:33","date_gmt":"2018-10-03T04:00:33","guid":{"rendered":"http:\/\/tora.com.br\/?p=68"},"modified":"2019-01-31T11:04:34","modified_gmt":"2019-01-31T13:04:34","slug":"lorem-ipsum-dolor-sit-amet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tora.com.br\/es\/sem-categoria\/lorem-ipsum-dolor-sit-amet\/","title":{"rendered":"Modais e grandes usu\u00e1rios de transportes discutem sistema log\u00edstico do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><em>Debate ocorreu na Roda Viva realizada durante a ABM WEEK 2018.<\/em><\/p>\n<p>Reunindo representantes de diferentes modais e grandes usu\u00e1rios de transportes, a Roda Viva \u2013 Infraestrutura Log\u00edstica Brasileira, realizada no \u00faltimo dia 3 de outubro, estreou um novo formato para a realiza\u00e7\u00e3o de debates na ABM WEEK. O evento promovido pela ABM no Pro Magno Centro de Eventos foi inspirado nos programas de entrevistas e debates na TV. S\u00f3 que em vez de ter apenas um entrevistado, a mesa recebeu cinco profissionais da academia, do governo federal, de empresas transportadoras e de entidades, que responderam perguntas de outras quatro personalidades atuantes na \u00e1rea.<\/p>\n<p>Segundo Leonardo Zen\u00f3bio, diretor executivo de log\u00edstica da Usiminas e coordenador da Roda, uma das conclus\u00f5es do encontro foi a de que h\u00e1 muitos pontos de converg\u00eancia a serem explorados entre os modais rodovi\u00e1rio, ferrovi\u00e1rio e mar\u00edtimo. Outro consenso \u00e9 o de que h\u00e1 enormes desafios pela frente. Vale lembrar que o custo log\u00edstico consome cerca de 15% da renda l\u00edquida da cadeia produtiva do a\u00e7o no Brasil, enquanto que em outros pa\u00edses a m\u00e9dia \u00e9 de 9%.\u00a0Os dados s\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Usu\u00e1rios de Transporte de Carga \u2013 Anut.<\/p>\n<p>Um dos problemas debatidos pelos participantes da roda foi a distribui\u00e7\u00e3o da matriz de transportes brasileira t\u00e3o pouco diversificada e altamente dependente do transporte rodovi\u00e1rio. Para se ter uma ideia, segundo dados da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, a malha rodovi\u00e1ria \u00e9 utilizada para o escoamento de 75% da produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, seguida da mar\u00edtima (9,2%), a\u00e9rea (5,8%), ferrovi\u00e1ria (5,4%), cabotagem (3%) e hidrovi\u00e1ria (0,7%). A maior explora\u00e7\u00e3o da cabotagem pode ser uma alternativa melhor aproveitada para o transporte de longa dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Cristiane de Marsillac, CEO da Mercosul Line, citou uma pesquisa realizada junto a seus potenciais clientes que detectou o interesse das empresas em ampliar o uso da cabotagem nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. Segundo ela, esse modal tem vantagens importantes, como n\u00e3o necessitar de constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura para operar e demandar menos combust\u00edvel por tonelada transportada. No entanto, para ser competitiva, a cabotagem precisa garantir a entrega de ponta a ponta, o que significa integra\u00e7\u00e3o com o modal rodovi\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cA multimodalidade, assim como a conteineriza\u00e7\u00e3o s\u00e3o pontos decisivos para minimizar os grandes gargalos de infraestrutura\u201d, acrescentou o professor Paulo Resende, coordenador do N\u00facleo de Log\u00edstica, Supply Chain e Infraestrutura da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral. Para ele, o Brasil n\u00e3o pode deixar de investir em planejamento de longo prazo, mas diante da urg\u00eancia por transforma\u00e7\u00f5es, \u00e9 preciso adotar uma inova\u00e7\u00e3o incremental.<\/p>\n<p>\u201cA matriz de transporte n\u00e3o pode ser rompida. Mas temos que mud\u00e1-la de forma gradativa e firme, seja com concess\u00f5es de mais longo prazo para ferrovias, seja com a integra\u00e7\u00e3o com a cabotagem\u201d, disse Resende. O professor lamentou o fato de o Brasil estar entre as vinte maiores economias do mundo e, no entanto, ocupar apenas a 72\u00aa posi\u00e7\u00e3o em um ranking de infraestrutura log\u00edstica.<\/p>\n<p>\u201cA integra\u00e7\u00e3o da malha ferrovi\u00e1ria brasileira \u00e9 outro ponto importante para melhorar a log\u00edstica de transportes brasileira\u201d, opinou Luiz Henrique Baldez, presidente da Anut. \u201cAmpliar as ferrovias \u00e9 um enorme desafio\u201d, concordou Adalberto Santos, secret\u00e1rio especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Ele explicou que o PPI foi criado para modernizar as rela\u00e7\u00f5es e dar a seguran\u00e7a jur\u00eddica necess\u00e1ria para ampliar e fortalecer a intera\u00e7\u00e3o entre o Estado e a iniciativa privada. Mas ele admitiu que \u00e9 preciso fazer mais para eliminar todos os gargalos existentes com a celeridade necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Guilherme Mello, presidente da MRS Log\u00edstica, operadora que administra uma malha ferrovi\u00e1ria nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo, compartilhou com os participantes da roda algumas estrat\u00e9gias adotadas por sua empresa visando tornar o modal ferrovi\u00e1rio mais competitivo. \u201cCriamos grades fixas para garantir regularidade, embora essa nem sempre seja uma opera\u00e7\u00e3o superavit\u00e1ria\u201d, comentou o executivo, que tamb\u00e9m defendeu a complementariedade dos modais.<\/p>\n<p><span style=\"color: #333333;\"><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0 Portal ABM Brasil<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Debate ocorreu na Roda Viva realizada durante a ABM WEEK 2018. 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